quinta-feira, 21 de maio de 2009

Conflito em Família


Há três tipos de abordagens para a solução de um conflito: direito, poder e interesses. Quais são as melhores e em que situações?
As respostas a essas questões foram o foco da palestra de Deepak Malhotra, professor de Harvard, no Fórum Mundial de Gestão de Empresas Familiares, que aconteceu pela primeira vez no Brasil, em São Paulo, e foi realizado pela HSM.
Especialista em negociação, o pesquisador mostrou que convencer o outro lado a seguir os seus termos nem sempre é a melhor solução.
Como pano de fundo, Malhotra apresentou uma antiga história que exemplifica um típico embate familiar: o caso das duas irmãs e uma laranja.
As meninas têm apenas uma laranja e ambas querem a fruta. Brigam entre si por causa disso e, à medida que elas mergulham no impasse, o conflito vai se agravando. Em um dado momento, o pai entra na história e diz: “Chega, acabou a briga”. Pega uma faca, corta a laranja em duas e dá a cada filha uma metade. E as duas ficam felizes.
O professor de Harvard salientou dois pontos: o primeiro, o processo pelo qual duas ou mais partes, cientes de uma divergência de interesses e/ou perspectiva, tentam chegar a um acordo; o segundo é que duas ou mais partes fazem reivindicações conflitantes.
A primeira abordagem na solução de um conflito é a baseada em direitos: quem está certo e quem está errado. No caso da laranja, podemos avaliar quem encontrou primeiramente a fruta ou quem a comprou. Essa abordagem é útil, mas tem suas limitações. “Frequentemente, achamos que estamos certos, mas o outro lado também”, lembra o pesquisador.
A segunda abordagem diz que não importa quem está certo ou errado, mas sim quem tem mais poder, ou seja, quem pode impor uma solução.
Na história das irmãs, a solução foi atingida por uma combinação de direito e poder, representada pela ação do pai.
O uso de uma das duas abordagens nem sempre resulta na melhor solução. Antes de se iniciar uma negociação, é necessário analisar todos os fatores e pontos de vista envolvidos.
Vale conferia a cobertura completa no portal HSM On line: http://br.hsmglobal.com/interio/index.php?p=cobertura_forum_mundial_gestao_empresas_familiares&idCMSIdioma=3

quarta-feira, 20 de maio de 2009

3 Desafios para líderes de empresas familiares


Ontem tive a oportunidade de participar do primeiro dia do Forum Mundial de Gestão de Empresas Familiares, realizado pela HSM do Brasil, em São Paulo. Como tudo o que a HSM faz, o evento foi fantástico!
Palestrantes maravilhosos e muito aprendizado. Vou compartilhar aqui neste espaço algumas das lições dos palestrantes, mas indico a visita ao portal da HSM para conferir a cobertura completa do evento no endereço http://br.hsmglobal.com/interior/index.php?p=cobertura_forum_mundial_gestao_empresas_familiares&idCMSIdioma=3
Nigel Nicholson, um dos palestrantes, é um renomado professor de Comportamento Organizacional da London Business School. É autor de 15 livros, entre eles Family Wars: classic conflicts in family business and how to deal with them, considerado um dos dez principais livros de gestão, segundo a revista Strategy + Business. Ele apresentou três desafios para líderes de empresas familiares:
- Adaptar-se às novas conjunturas.
- Promover capacitação e cultura.
- Criar senso de “propriedade emocional” na geração seguinte.

sábado, 2 de maio de 2009

Potencial Inexplorado


Um estudo realizado pela consultoria Accenture, revelou que mais de 40% dos trabalhadores sentem que não estão sendo bem utilizados por suas empresas. De acordo com a pesquisa realizada, verificou-se que 46% das mulheres e 49% dos trabalhadores em todo o mundo acha que eles não têm desafios suficientes no seu trabalho. Mas o que isto significa?
Significa que as empresas têm uma grande oportunidade com os seus próprios talentos para obter mais retorno sobre essas mesmas pessoas se elas souberem como pedir e como captar a sua atenção. Os trabalhadores estão ansiosos para fazer mais, acredite! E esta é uma enorme vantagem competitiva, porém válida apenas para as empresas mais inteligentes...

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Transparência em questão


Que tipo de sensação um banheiro de vidro, todo transparente, causaria em você?
A idéia inovadora que já está nas ruas de algumas cidades e funciona como banheiro público. A transparência só é percebida de dentro pra fora, claro!
Já pensou se a moda pega dentro das empresas?

domingo, 5 de abril de 2009

Princípios básicos da Mudança

Dizer que existe uma receita de bolo para aplicar para os projetos de mudança é algo bem equivocado, uma vez que cada mudança traz consigo uma situação específica e singular. O que existe, segundo o estudo apresentado pela Price Waterhouse, é um conjunto de princípios que podem servir de base propulsora para a inspiração no momento de mudar. Acompanhe o checklist a seguir.
Checklist dos princípios básicos da mudança:
- Enfrentar a realidade.
- Agir sempre junto a estratégia.
- Exigir comando firme.
- Estabelecer um clima de mudança.
- Dar informações convincentes.
- Fazer do cliente mola-mestra da mudança.
- Conhecer pessoas estratégicas.
- Comunicar-se continuamente.
- Reformular o sistema de medidas.
- Utilizar todos os recursos.
- Ser audacioso.
- Aproveitar a diversidade de recursos.
- Desenvolver novas capacidades na empresa.
- Planejar.
- Promover a integração de iniciativas.

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Missão Cumprida!

Ela foi uma estudante que tive o prazer de conhecer quando estava iniciando o segundo ano da Faculdade de Jornalismo. Foram quase três anos de convivência diária, observando o talento, o caráter, a vontade e o dinamismo. Dona de um texto exemplar, um inglês invejável, e uma delicadeza singular, Natasha Schiebel formou-se hoje com direito a todos os holofotes que merece.
Motivo de orgulho para os pais dela, motivo de muita felicidade para mim! "Chiquita", como sempre a chamei, agora vai seguir sua carreira e colher os frutos de muito aprendizado. O céu é o limite. Quero aplaudi-la de pé ainda muitas e muitas vezes!
Parabéns!

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Essência da Inovação

Larry Huston, que já foi vice-presidente da inovação da Procter & Gamble, defendeu em sua palestra sobre Inovação Aberta e Lucratividade, realizada semana passada no Fórum Mundial de Lucratividade (HSM), que a inovação vai muito além de produtos ou serviços de bom desempenho. Para ele, a essência da inovação está na soma do que é necessário (consumidor, cliente e concorrente) com o que é possível (tecnologia).
Mas, talvez você pergunte: por onde começar? Você pode começar oferecendo para o seu cliente:
- Soluções – produtos e serviços de apoio
- Ótimas experiências – experiência de compra e de uso, interação total
- Parceria de confiança – proporcionar relacionamento significativo e mutuamente benéfico