Mostrando postagens com marcador HSM. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador HSM. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Estresse: o que está acontecendo?

Joseph Grenny falou hoje no Fórum HSM de Negociação que quando estamos envolvidos em uma conversa decisiva, é difícil ver exatamente o que está acontecendo e por quê. Quando a discussão começa a ficar estressante, quase sempre acabamos fazendo o oposto do que deveríamos. Buscamos os componentes menos saudáveis de nosso estilo sob estresse. Para quebrar este ciclo, aprenda a ver:
- Aprenda a ver o conteúdo e as condições
- Procure o momento em que a situação torna-se decisiva
- Aprenda a observar problemas de segurança
- Olhe para ver se os outros estão buscando o silêncio ou a agressividade
- Procure explosões do seu estilo sob estresse.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Tom Peters e Inovação

domingo, 13 de dezembro de 2009

Cobertura ExpoManagement 2009

Tive o prazer de fazer a Cobertura das ExpoManagement 2009 para o Portal HSM On-line tanto para o meio escrito quanto em vídeo. A seguir, quero compartilhar com você algumas entrevistas legais e já convido para conferir a cobertura completa neste link.






segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Inovação Sustentável na ExpoManagement 2009

Hoje tive o prazer de entrevistar na ExpoManagement 2009 o Dr. Isak Kruglianskas, o Professor Titular do Departamento de Administração da FEA-USP e Engenheiro Aeronáutico na modalidade de Produção pelo ITA. Ele também é coordenador do MBA em Conhecimento, Tecnologia e Inovação da FIA.
A entrevista, que foi para o Portal da HSM, fala da importância da gestão da inovação. Afinal, a gestão da inovação sustentável objetiva vencer a concorrência, remunerando o investidor, envolvendo aspectos estratégicos e táticos relacionados com a gestão do capital intelectual, a concepção do modelo de negócio e a incorporação de aprimoramentos tecnológicos que permitam diferenciar produtos e serviços. Acompanhe a entrevista completa clicando aqui.
A foto é de Claudinei Pinheiro.

domingo, 1 de novembro de 2009

O futuro das revistas

Adorei este post da Adriana Salles Gomes no Update or Die (via Andre Felipe), da HSM. Quero compartilhar aqui com vocês. Qual será o futuro das revistas?


terça-feira, 29 de setembro de 2009

Decisões assertivas para negociações eficazes

Na tela, a cena mostra uma família escalando uma montanha. O pai, um alpinista experiente, já o filho e a filha estão em perfeita harmonia. Porém, em uma mudança radical na situação, quando outros alpinistas caem de uma altura mais elevada e colocam em risco a segurança dos três familiares. A corda pela qual estão presos não pode mais suportar o peso da família - um ou dois deles vão cair e morrer. Então, o pai ordena para o filho: "Corte a corda". O filho titubeia pois o pai morrerá se ele cortar a corda. Por outro lado, os dois filhos se salvarão. A filha, em pânico, pede que não faça isso, mas o pai insiste: "Corte a corda. Salve a si e a sua irmã!"A irmã retruca e grita: "Você não tem o direito de matar o meu pai!"
E agora, o que você faria?
Foi com esta pergunta que Carlos Alberto Júlio, que dirigiu a HSM por quase oito anos e agora é membro de seu Advisory Board, e hoje preside a Tecnisa, abriu a sessão inicial (warm-up) do Fórum Mundial de Negociação.
A cena do filme "Limite Vertical", do diretor Martin Campbell, serviu como pano de fundo para enfatizar a importância que tem o processo de decisão nas negociações. “A pressão pela qual passamos começa ainda quando somos crianças e alguém nos pergunta o que queremos ser quando crescer”, destaca Júlio, enfatizando que no mundo da negociação quando você não toma a decisão, alguém a toma por você. “Você decide hoje o que você quer ser amanhã”. No ambiente corporativo, "você decide hoje o que os seus negócios serão amanhã". Isso está diretamente relacionado com a sua estratégia, destaca o professor.
Leia este texto na íntegra no portal HSM. Vale a pena!

domingo, 6 de setembro de 2009

Freelance interno: o que é isso?

O professor Thomas Malone, do Departamento de Inteligência do MIT, declarou em seu curso que é possível estabelecer um mercado de trabalho interno para encaminhar funcionários para projetos. As empresas estão percebendo que os sistemas baseados no mercado podem ajudar a assegurar que o talento seja distribuído com mais eficiência e flexibilidade do que é possível nas hierarquias tradicionais, em que as pessoas estão ligadas a unidades específicas. Mesmo em grandes empresas, cada vez mais profissionais estão se tornando freelancers internos, trabalhando em pequenas equipes que estão constantemente se formando, mudando e debandando à medida em que os projetos vêm e vão.
Embora recebam um salário regular, os freelancers internos são responsáveis por vender seu trabalho dentro da empresa. De certa forma, são empreendedores que dirigem sua própria empresa de uma só pessoa. Malone destaca que algumas empresas estão montando mercados de trabalho mais formais dentro de suas dependências. Na Hewlett-Packard qualquer um que tenha a idéia de um novo projeto pode propô-lo a um conselho de gerentes seniores no chamado VC Café. O conselho age como um tipo de grupo de capital de risco, fornecendo recursos para os projetos mais promissores. As descrições dos projetos aprovados são divulgadas em uma rede interna, e quem estiver interessado em trabalhar em um projeto pode avisar o líder, que conversa com todos os candidatos e forma uma equipe de projeto.
Desta forma, as combinações de habilidades podem ser mudadas sem a necessidade de reestruturar constantemente a organização. Os projetos encontram as pessoas com capacidades certas. As pessoas encontram os projetos que lhes interessam, e os gerentes recebem feedback contínuo sobre que projetos o seu pessoal considera mais promissores.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Valores humanos

Entre as tantas ideias absorvidas no Special Management realizado pelo professor Thomas Malone,destaco aqui para você: “Se mais pessoas tiverem liberdade nos negócios, naturalmente buscarão as coisas que valorizam. E pessoas diferentes valorizam coisas diferentes. Precisaremos ampliar o nosso modo de pensar sobre os negócios. Precisaremos ir além do nosso objetivo limitado de maximizar os interesses econômicos de investidores para acrescentar coisas que interessam aos investidores como pessoas. E também precisaremos pensar nos diversos valores de trabalhadores, clientes, fornecedores e outros. A recente evolução das organizações comerciais segue o padrão de evolução da organização das sociedades. Os seres humanos mudaram a maneira de se organizar porque a queda dos custos das comunicações tornou as mudanças possíveis, e os valores das pessoas tornaram as mudanças desejáveis”. Rende uma boa discussão em grupo na empresa, ou pelo menos, uma grande reflexão. Para pensar!

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

O futuro do trabalho



Hoje tive a oportunidade de conhecer Thomas Malone, professor de Management da Sloan School of Management, do MIT, e diretor-fundador do Centro de Inteligência Coletiva do MIT. Ele está conduzindo o Special Management Program da HSM sobre Organizações Inteligentes, que acontece hoje, 26 de agosto, e amanhã, em São Paulo.
Com ele aprendi que a tecnologia cria escolhas, e as decisões que tomamos determinarão exatamente que tipo de mundo construiremos nos próximos anos. Fazer escolhas sensatas, e não apenas economicamente eficientes, significa fazer escolhas consistentes com nossos valores mais profundos. E este é outro significado de colocar as pessoas no centro dos negócios – colocar os valores humanos no centro de nosso pensamento sobre negócios.
Ele deixa claro que uma das primeiras escolhas possíveis para colocar pessoas no centro de uma organização é delegar muito mais responsabilidade dentro de uma estrutura basicamente hierárquica. “A maneira mais comum de fazer isso é delegar a maior parte das decisões aos níveis inferiores da empresa, deixando aos níveis superiores apenas o direito de avaliar os resultados e recompensar as pessoas de maneira adequada”.
Para pensar!

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Vendedores Talentos



Adorei a palestra do professor José Carlos Teixeira Moreira, realizada ontem, no Forum Mundial de Marketing e Vendas, da HSM, em São Paulo. Entre as inúmeras cápsulas de sabedoria que ele trouxe para o público, destaque para o que querem os vendedores talentos dentro das empresas:
• querem uma perspectiva de futuro
• querem entender e compartilhar da visão e dos valores da empresa
• querem ter um desenvolvimento estimulado por projetos
• querem trabalhar em grupos horizontais e trocar conhecimento
• querem falar com pessoas e não com cargos
• querem uma organização flexível com uma mobilidade desafiadora.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Fazendo a Estratégia Funcionar

O professor Lawrence Hrebiniak da Wharton School, da University of Pennsylvania (uma das melhores escolas de Administração do mundo) falou no segundo dia do Special Management Program “Fazendo a Estratégia Funcionar – O Caminho para uma execução bem-sucedida” sobre os erros ou problemas comuns de implementação da estratégia, Hrebiniak destaca:
- Não haver um modelo ou plano de implementação.
- Estratégia falha ou planejamento estratégico inadequado.
- Separação disfuncional entre planejamento e realização.
- Não levar em conta a estrutura de poder na organização.
- Não se chegar a um acordo nos processos de formulação e de implementação.
- Falta de entendimento da estrutura organizacional e do papel desta na implementação da estratégia.
- Má coordenação e integração.
- Incentivos inapropriados: recompensar as coisas erradas.
- Incapacidade de gerenciar mudanças.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Conselhos para Líderes


No mais recente Fórum Mundial de Liderança e Altra Performance, realizado em São Paulo pela HSM, tive a oportunidade de conhecer pessoalmente o grande professor Cabrera. Em sua palestra, ele trouxe valiosos conselhos para líderes que que pretendem fortalecer sua sustentabilidade no dia-a-dia. Acompanhe:
- Não seja superficial.
- Quando estiver perseguindo objetivos, não perca o foco.
- Nunca desdenhe o trabalho e nem a educação.
- Tenha um propósito na vida, abrace uma causa, viva uma vida que valha a pena ser contada e não adie as coisas.
Cabrera fechou seu discurso, deixando o seguinte recado:“Aproveite estes conselhos. Aprenda, ensine, acredite. E faça a vida valer a pena”. Adorei!

domingo, 7 de junho de 2009

Saber e Não Fazer...


Já diziam os grandes filósofos que saber e não fazer, é o mesmo que não saber. O pensamento
veio à tona no Forum Mundial de Liderança e Alta Performence, realizado na semana passada, em São Paulo, pela HSM do Brasil, quando o renomado professor de Business Administration da Stanford University, Jeffrey Pfeffer (é considerado um dos maiores nomes em gestãode pessoas do mundo) ensinou em sua palestra algumas ações para medir o descompasso entre saber e fazer. As dicas a seguir podem ser aplicadas pelas lideranças no corporativo:
1 - Elabore uma lista de práticas e ações gerenciais.
2 - Peça às pessoas que digam em que medida elas acham que cada uma dessas práticas e ações relaciona-se com o desempenho organizacional.
3 - Peça às pessoas da organização inteira que digam em que medida elas acham que essas práticas e ações estão sendo postas em prática.
Em seguida, o professor aconselha que você responda:
- Existe acordo sobre o que produz sucesso? Se não houver, esforce-se para criar um entendimento comum do negócio e da sua estratégia.
- Existe sequer acordo sobre o que a empresa faz? A empresa está fazendo o que sabe que deveria fazer? Se não estiver, por que não?
Meça o descompasso ao longo do tempo. Você verá as diferenças que terá no seu dia-a-dia!

sábado, 23 de maio de 2009

Algumas reflexões sobre Empresas Familiares:


- comprometimento absoluto com o sucesso da empresa, que é indissociável do sucesso pessoal
- possibilidade de criar cultura onde os colaboradores se sintam mais comprometidos
- serve de “liga”, cimento, na manutenção dos laços familiares no longo prazo

Elas foram feitas por Pedro Parente, que é vice-presidente executivo do Grupo RBS, em palestra realizada no Fórum Mundial de Gestão de Empresas Familiares, realizado pela HSM em São Paulo, nos dias 19 e 20 de maio de 2009. Em novembro de 2003, tornou-se o primeiro executivo contratado fora do grupo familiar Sirotsky para a alta direção da empresa (que controla, entre outras, 18 emissoras de televisão aberta, 26 emissoras de rádio, oito jornais, dois portais na internet, uma editora e uma gravadora).
Em menos de dois anos, Parente promoveu uma verdadeira revolução corporativa e recuperou a saúde financeira do grupo fundado em 1957, que vivia um dos piores momentos de sua história.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Conflito em Família


Há três tipos de abordagens para a solução de um conflito: direito, poder e interesses. Quais são as melhores e em que situações?
As respostas a essas questões foram o foco da palestra de Deepak Malhotra, professor de Harvard, no Fórum Mundial de Gestão de Empresas Familiares, que aconteceu pela primeira vez no Brasil, em São Paulo, e foi realizado pela HSM.
Especialista em negociação, o pesquisador mostrou que convencer o outro lado a seguir os seus termos nem sempre é a melhor solução.
Como pano de fundo, Malhotra apresentou uma antiga história que exemplifica um típico embate familiar: o caso das duas irmãs e uma laranja.
As meninas têm apenas uma laranja e ambas querem a fruta. Brigam entre si por causa disso e, à medida que elas mergulham no impasse, o conflito vai se agravando. Em um dado momento, o pai entra na história e diz: “Chega, acabou a briga”. Pega uma faca, corta a laranja em duas e dá a cada filha uma metade. E as duas ficam felizes.
O professor de Harvard salientou dois pontos: o primeiro, o processo pelo qual duas ou mais partes, cientes de uma divergência de interesses e/ou perspectiva, tentam chegar a um acordo; o segundo é que duas ou mais partes fazem reivindicações conflitantes.
A primeira abordagem na solução de um conflito é a baseada em direitos: quem está certo e quem está errado. No caso da laranja, podemos avaliar quem encontrou primeiramente a fruta ou quem a comprou. Essa abordagem é útil, mas tem suas limitações. “Frequentemente, achamos que estamos certos, mas o outro lado também”, lembra o pesquisador.
A segunda abordagem diz que não importa quem está certo ou errado, mas sim quem tem mais poder, ou seja, quem pode impor uma solução.
Na história das irmãs, a solução foi atingida por uma combinação de direito e poder, representada pela ação do pai.
O uso de uma das duas abordagens nem sempre resulta na melhor solução. Antes de se iniciar uma negociação, é necessário analisar todos os fatores e pontos de vista envolvidos.
Vale conferia a cobertura completa no portal HSM On line: http://br.hsmglobal.com/interio/index.php?p=cobertura_forum_mundial_gestao_empresas_familiares&idCMSIdioma=3

quarta-feira, 20 de maio de 2009

3 Desafios para líderes de empresas familiares


Ontem tive a oportunidade de participar do primeiro dia do Forum Mundial de Gestão de Empresas Familiares, realizado pela HSM do Brasil, em São Paulo. Como tudo o que a HSM faz, o evento foi fantástico!
Palestrantes maravilhosos e muito aprendizado. Vou compartilhar aqui neste espaço algumas das lições dos palestrantes, mas indico a visita ao portal da HSM para conferir a cobertura completa do evento no endereço http://br.hsmglobal.com/interior/index.php?p=cobertura_forum_mundial_gestao_empresas_familiares&idCMSIdioma=3
Nigel Nicholson, um dos palestrantes, é um renomado professor de Comportamento Organizacional da London Business School. É autor de 15 livros, entre eles Family Wars: classic conflicts in family business and how to deal with them, considerado um dos dez principais livros de gestão, segundo a revista Strategy + Business. Ele apresentou três desafios para líderes de empresas familiares:
- Adaptar-se às novas conjunturas.
- Promover capacitação e cultura.
- Criar senso de “propriedade emocional” na geração seguinte.

terça-feira, 24 de março de 2009

Estratégia e Lucratividade

Hoje tive a oportunidade de assistir a mais uma aula do legendário professor Robert Kaplan (Harvard Business School e criador do BSC), no Fórum Mundial de Lucratividade, promovido pela HSM, em São Paulo.
Dentre os muito ensinamentos de Kaplan, quero compartilhar aqui o que pode ser feito para ajudar as empresas a aumentar a lucratividade de um cliente:
- Aperfeiçoamento de processos que reduzam o custo de atender as demandas dos clientes
- Menus de preços que permitam ao cliente escolher o nível e as características do serviço, e pagar de acordo
- Gestão das relações com o cliente: tamanho mínimo de pedidos, embalagem e expedição padronizadas, pedidos pequenos através de distribuidores.