Particularmente, não gosto muito de vídeos motivacionais apelativos. Mas este, que recebi de meu querido primo Ricardo, não classificaria desta foma. Para mim, um exemplo emocionante de competição saudável e espírito de equipe verdadeiro. Vale a pena assistir!
sexta-feira, 19 de junho de 2009
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Exemplo de Liderança
Em entrevista à revista Veja desta semana, Rudolph Giuliani, o prefeito que derrotou o crime em Nova York, declarou que parte do seguinte princípio: quem não presta atenção nos detalhes não atinge sua meta. "Em Nova York, ninguém queria prender o ladrão de rua, só o assaltante que levou 1 milhão de dólares de um banco ou o chefe do tráfico. O problema é que tanto o ladrãozinho quanto o adolescente que picha muros estão diretamente relacionados ao chefão do tráfico. Um leva ao outro. Um só existe por causa do outro. Antes de mais nada, cidades degradadas pela violência precisam resgatar a moral, o respeito. O que é seu é seu, e eu não posso pichar. Ponto. Também não posso roubar, nem quebrar, nem vender drogas, nem morar na rua. Sem valores morais, toda a sociedade acaba no círculo do crime, de uma forma ou de outra. Se o respeito volta, o crime adoece. Assim é mais fácil combatê-lo. Foi dessa maneira que Nova York deixou de ser a cidade mais violenta dos Estados Unidos para, em alguns anos, tornar-se a mais segura".
Este é um grande exemplo de gestão pública que deveria ser copiado para as gestões das nossas empresas. Dadas as devidas proporções, obviamente, é a mesmíssima coisa. Grande exemplo. Grande líder!
sexta-feira, 12 de junho de 2009
Como as organizações eliminam o medo?
As dicas vêm do renomado professor de Business Administration da Stanford University, Jeffrey Pfeffer, também considerado um dos maiores nomes em gestãode pessoas do mundo:1 - Incentivando transparência na comunicação.
2 - Dando às pessoas uma segunda (e terceira) oportunidade.
3 - Admitindo que os líderes também são falíveis.
4 - Aprendendo com os erros – e até mesmo celebrando-os.
5 - Não punindo as pessoas por tentarem coisas novas.
Mas, como fazer isso em tempos difíceis?
- Explique às pessoas o que está acontecendo e por quê.
- Faça com que saibam o que devem esperar.
- Deixe-as tomar decisões sobre seu próprio futuro.
- Demonstre compaixão, solidariedade e solicitude.
terça-feira, 9 de junho de 2009
Você ainda tem dúvida?
Outro estudo 129 empresas coreanas constatou que aquelas cuja organização era mais comprometida com os funcionários obtinham maior retorno sobre os ativos.
Como está o desempenho dos funcionários da sua empresa? Vai colocar a culpa na crise?
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domingo, 7 de junho de 2009
Saber e Não Fazer...
Já diziam os grandes filósofos que saber e não fazer, é o mesmo que não saber. O pensamento
veio à tona no Forum Mundial de Liderança e Alta Performence, realizado na semana passada, em São Paulo, pela HSM do Brasil, quando o renomado professor de Business Administration da Stanford University, Jeffrey Pfeffer (é considerado um dos maiores nomes em gestãode pessoas do mundo) ensinou em sua palestra algumas ações para medir o descompasso entre saber e fazer. As dicas a seguir podem ser aplicadas pelas lideranças no corporativo:
1 - Elabore uma lista de práticas e ações gerenciais.
2 - Peça às pessoas que digam em que medida elas acham que cada uma dessas práticas e ações relaciona-se com o desempenho organizacional.
3 - Peça às pessoas da organização inteira que digam em que medida elas acham que essas práticas e ações estão sendo postas em prática.
Em seguida, o professor aconselha que você responda:
- Existe acordo sobre o que produz sucesso? Se não houver, esforce-se para criar um entendimento comum do negócio e da sua estratégia.
- Existe sequer acordo sobre o que a empresa faz? A empresa está fazendo o que sabe que deveria fazer? Se não estiver, por que não?
Meça o descompasso ao longo do tempo. Você verá as diferenças que terá no seu dia-a-dia!
veio à tona no Forum Mundial de Liderança e Alta Performence, realizado na semana passada, em São Paulo, pela HSM do Brasil, quando o renomado professor de Business Administration da Stanford University, Jeffrey Pfeffer (é considerado um dos maiores nomes em gestãode pessoas do mundo) ensinou em sua palestra algumas ações para medir o descompasso entre saber e fazer. As dicas a seguir podem ser aplicadas pelas lideranças no corporativo:
1 - Elabore uma lista de práticas e ações gerenciais.
2 - Peça às pessoas que digam em que medida elas acham que cada uma dessas práticas e ações relaciona-se com o desempenho organizacional.
3 - Peça às pessoas da organização inteira que digam em que medida elas acham que essas práticas e ações estão sendo postas em prática.
Em seguida, o professor aconselha que você responda:
- Existe acordo sobre o que produz sucesso? Se não houver, esforce-se para criar um entendimento comum do negócio e da sua estratégia.
- Existe sequer acordo sobre o que a empresa faz? A empresa está fazendo o que sabe que deveria fazer? Se não estiver, por que não?
Meça o descompasso ao longo do tempo. Você verá as diferenças que terá no seu dia-a-dia!
domingo, 24 de maio de 2009
O que mais importa num processo de Mudança?
Muitos líderes, prestes a iniciar um processo de mudança, sabem que as pessoas são fundamentais. Obviamente, eles também são tentados a se fixar mais em planos e processos, que não retrucam e não têm reações emocionais, do que enfrentar questões extremamente difíceis e complexas, inerentes aos seres humanos. Contudo, os números não mentem: 5% dos resultados das mudanças vêm das máquinas; 15% dos programas e 80% das pessoas.
(Extraído do livro Atreva-se a Mudar! - Como fazer melhor gestão de pessoas e processos - Ed. Thomas Nelson Brasil)
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sábado, 23 de maio de 2009
Algumas reflexões sobre Empresas Familiares:

- comprometimento absoluto com o sucesso da empresa, que é indissociável do sucesso pessoal
- possibilidade de criar cultura onde os colaboradores se sintam mais comprometidos
- serve de “liga”, cimento, na manutenção dos laços familiares no longo prazo
Elas foram feitas por Pedro Parente, que é vice-presidente executivo do Grupo RBS, em palestra realizada no Fórum Mundial de Gestão de Empresas Familiares, realizado pela HSM em São Paulo, nos dias 19 e 20 de maio de 2009. Em novembro de 2003, tornou-se o primeiro executivo contratado fora do grupo familiar Sirotsky para a alta direção da empresa (que controla, entre outras, 18 emissoras de televisão aberta, 26 emissoras de rádio, oito jornais, dois portais na internet, uma editora e uma gravadora).
Em menos de dois anos, Parente promoveu uma verdadeira revolução corporativa e recuperou a saúde financeira do grupo fundado em 1957, que vivia um dos piores momentos de sua história.
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