Na Continental Airlines, um caso famoso de transformação bem-sucedida, que aconteceu no final da década de 90, 50 dos 61 executivos superiores foram dispensados nos primeiros meses da transformação da empresa; no grupo editorial europeu Reed Elsevier, o presidente Crispin Davis substituiu 11 dos 12 executivos mais graduados, em 1999, durante um processo de mudança que durou menos de dois anos, e levou a Reed da condição de empresa turbulenta e de baixo desempenho à posição de um dos destaques do mercado de ações;se a GM tivesse se preocupado com a japonesa Toyota, que há 25 anos já dava sinais de que se tornaria “uma pedra” em seu caminho, e promovido mudanças, não teria entrado em uma situação grave.
Especialistas afirmam que a melhor referência para saber a hora certa de uma mudança são os números da empresa.
No caso da GM, eles foram ignorados durante anos. A Toyota, pelo contrário, ao apostar em uma gestão moderna se tornou uma empresa eficiente. De acordo com a revista norte-americana Fortune, ela é considerada a companhia automobilística mais admirada no mundo. É também a maior vendedora de automóveis não-americanos dentro dos Estados Unidos.
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quinta-feira, 30 de julho de 2009
terça-feira, 14 de julho de 2009
Gerenciando mudanças
Vários estudos apontam que mais de dois terços das iniciativas de mudança fracassam. Talvez seja por isso que os programas de gerenciamento de mudança venham perdendo popularidade nas empresas. Quantas vezes você se pegou, no último dia do ano, prometendo para si que no ano seguinte sua vida mudaria? Quantas vezes escutou do seu líder ou falou para a equipe que começariam um novo processo? E quantas vezes você fez a mudança ou foi um agente dela? O que funcionou? O que não funcionou? Qual a credibilidade que a palavra mudança tem para você?
Segundo John Kotter, professor de Liderança da Harvard Business School, gerenciar a mudança é, basicamente, mantê-la sob controle. Em outras palavras, assegurar-se de que as coisas sejam feitas dentro de determinados prazos, que se cumpram certos compromissos e promessas e evitar que o caos seja tão grande a ponto de se tornar incontrolável. Já liderar a mudança consiste em impulsionar o processo de transformação por meio de algum tipo de resultado interno que todos compreendam. Também significa fazer todo o esforço possível para que a mudança ocorra e seja eficaz. Lembre-se de que somos o que fazemos, mas somos, principalmente, o que fazemos para mudar o que somos.
Segundo John Kotter, professor de Liderança da Harvard Business School, gerenciar a mudança é, basicamente, mantê-la sob controle. Em outras palavras, assegurar-se de que as coisas sejam feitas dentro de determinados prazos, que se cumpram certos compromissos e promessas e evitar que o caos seja tão grande a ponto de se tornar incontrolável. Já liderar a mudança consiste em impulsionar o processo de transformação por meio de algum tipo de resultado interno que todos compreendam. Também significa fazer todo o esforço possível para que a mudança ocorra e seja eficaz. Lembre-se de que somos o que fazemos, mas somos, principalmente, o que fazemos para mudar o que somos.
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