sábado, 28 de fevereiro de 2009

O que você quer para você?



Todo início de ano fazemos um planejamento, ainda que seja mental, do que gostaríamos de realizar ao longo dos próximos 365 dias. Fiquei feliz ao ver no site promocional da Kuat ferramentas importantes de planejamento, oferecidas gratuitamente. Você entra lá e coloca cinco metas para o seu futuro.
Além de estabelecer um compromisso com você mesmo, cria vínculo com a marca, que mostra para o mercado que está pensando em oferecer muito mais do que refrigerante para as pessoas. Gostei!


Curiosidades:
Ficar rico foi listada por 192 pessoas e alcançada por 21
Comprar um carro foi listada por 162 pessoas e alcançada por 14
Casar foi listada por 154 pessoas e alcançada por 11

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

8 dicas para transformar uma empresa


Autor do livro O Coração da Mudança, o professor John Kotter, acredita que para transformar uma empresa é preciso:

1) Criar um senso de urgência – As pessoas devem perceber que as mudanças não podem ficar para depois.
2) Formar um time que lidere a mudança – Deve ser coeso e saber quais são as tarefas.
3) Estabelecer a nova visão e a estratégia – Fundamental para saber os objetivos da mudança e como alcançá-los.
4) Comunicar sempre e de forma simples – As pessoas precisam entender por que as mudanças são necessárias.
5) Remover as barreiras – Nada mais complicado do que chefes autoritários, hierarquia rígida e salários não compatíveis.
6) Criar vitórias de curto prazo – Como as mudanças levam tempo, é preciso adotar metas para que os funcionários continuem motivados.
7) Acelerar sempre – A tendência é diminuir o ritmo com o surgimento dos primeiros resultados positivos.
8) Fazer a mudança permanecer – Os novos procedimentos devem ser incorporados à cultura da empresa.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Um lindo dia para você!

Lições de Equilíbrio

Estou aprendendo com o meu grande amigo Tom Coelho a ter mais equilíbrio nas minhas atividades e na minha vida. Sempre fui daquelas pessoas que faz dez coisas ao mesmo tempo, e muitas vezes acaba sem tempo para respirar...
No livro Sete Vidas - Lições para construir seu equilíbrio pessoal e profissional (Editora Saraiva), que ganhei de presente do autor, encontrei algumas respostas para muitas coisas que eu sabia que fazia errado, mas não sabia exatamente porquê deveria fazer diferente. O livro vem clareando muitas coisas para mim, e abrindo a minha mente para uma busca de algo muito maior, que tem tudo a ver com a minha missão de vida.
Ainda estou no capítulo 3, mas já li o suficiente para indicar de olhos fechados a leitura para aquelas pessoas que buscam algo a mais de si, de suas carreiras, e de suas vidas.
Prometo deixar um post mais completo, assim que terminar a leitura.
Para o Tom, deixo o meu agradecimento, mais uma vez, e os meus parabéns! Para os interessados, deixo o link www.setevidas.com.br indicado para visitação.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Funcionários Insatisfeitos

Uma pesquisa sobre clima empresarial realizada pela consultoria Deloitte Touche Tohmatsu mostra que os funcionários de empresas brasileiras estão mais insatisfeitos com a comunicação interna da companhia do que com o próprio salário. Entre 78% e 80% das pessoas dizem ser mal informadas sobre as ações da empresa, enquanto a média de insatisfação com a remuneração é de 60%. Os funcionários querem saber o que seus chefes acham de sua produtividade, além de entender que papel exercem na tarefa de atingir as metas da companhia.
Parece tão simples, né?

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Os 10 Princípios do Poder


Hoje faz um mês que o nosso querido Blaine Lee nos deixou... Ele dizia que os grandes líderes são como os melhores maestros: vão além das notas para alcançar a mágica dos músicos. E foi o que ele fez durante toda a vida!
Aprendi com Blaine Lee que levar o coração para o trabalho é muito mais do que gostar daquilo que se faz. Ele tocou a mente, o corpo e o coração de milhares de pessoas, e profundamente a minha. Deixou sua marca. Construiu um legado. A melhor forma de homenageá-lo é lutando para que os ensinamentos dele continuem a mudar a vida de milhares de pessoas. Vai deixar saudades. Mas, vazio maior, deixaria se não o tivesse conhecido.

Quero aproveitar este espaço para lembrar que Blaine Lee ensinou que o poder baseado em princípios consiste na capacidade de influenciar o comportamento alheio, e não de controlar, mudar ou manipular. “O poder é algo que as pessoas sentem em nossa presença em virtude da pessoa que somos e das coisas que fazemos, daquilo que representamos e de como levamos nossa vida”, define. Para ele, os líderes precisam vencer a sensação de impotência, criar poder legítimo e influenciar com ética e honra, criando um legado perene na vida das pessoas mais importantes de nossa vida:

1 - Persuasão
2 - Paciência
3 - Gentileza
4 - Capacidade de ensinar – e sobretudo ouvir e aprender
5 - Amabilidade
6 - Saber aceitar
7 - Conhecimento (técnico e sobre sua equipe)
8 - Disciplina
9 - Consistência
10 - Integridade.

Blaine Lee sempre afirmou que o princípio básico do poder de um líder é saber influenciar com honra, sobretudo respeitando seus liderados. Uma grande verdade!

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Receita de Equipe - Parte 1


Era Dia de Reis. Eu cheguei sem saber muito bem o que estava fazendo ali. A vontade latente de mudanças sempre me fez buscar desafios, e na época eu já acumulava 14 anos de jornalismo e experiência nas áreas de rádio, TV, jornal, internet e agência de notícias. Mas fazer uma revista era algo totalmente novo e diferente, e a idéia de trabalhar em equipe me assustava um pouco.

Os primeiros dias foram turbulentos. Senti que estava invadindo um território blindado, e que não era bem quista naquele ambiente. “Alguém poderia me dizer onde fica o banheiro?” A minha comunicação, resumia-se a um monólogo. Meu índice de rejeição era tão alto, que muitas vezes cheguei a pensar que a única forma de me livrar de tudo aquilo era indo embora. A torcida era grande, e não raras vezes tal sentimento inundou meus pensamentos...

“Ei, é verdade que você vai me demitir?”. Até hoje não sei se aqueles olhos expressavam coragem ou medo, mas a pergunta que não queria calar finalmente transformou-se em algo palpável. Era o início de um relacionamento. Uma questão sem fundamento que abriu precedentes para a recíproca: “Por favor, você pode me ensinar como é que se faz uma revista?” Foi a primeira vez que alguém sorriu para mim ali dentro. Acho que nunca vou me esquecer!

Aos poucos, precisei aprender e ensinar o que significava a palavra liderança. “Como assim? Eu vou precisar me transformar nisso tudo?” Achei que não valeria a pena tanto sacrifício. Justo eu, que chamava a todos por apelidos e que não tinha um comportamento assim tão exemplar? Comecei a estudar a equipe e me dei conta que a Escolinha do Professor Raimundo não nos fazia muita inveja. Cada um de nós vinha de um “planeta” diferente, nunca daria certo todos juntos. Nossos brainstormings pareciam fábricas de loucos! E como eu poderia ser um padrão de comportamento a ser seguido? Melhor contar outra piada, né?

Precisei estudar muito sobre diversidade, e foi então que descobri o quanto uma equipe tão diferente poderia ser tão singular. Parei de buscar pessoas parecidas comigo e comecei a entender como funcionava o universo de cada colega de trabalho. Foi tão difícil! Mas, compensador. Eu diria que foi a abertura de um universo de possibilidades para mim. Meu índice de rejeição não diminuiu o suficiente para me fazer ganhar uma eleição, mas já era o início de uma nova equipe, de um novo comportamento coletivo, agora voltado para a missão do grupo, para os “nossos” resultados.

É claro que nesses anos todos eu me transformei. Mas nunca mudei minha personalidade. Eu sempre falo que o tempo mostra quem são as pessoas. Descobri que respeito se conquista, que autoridade não se impõe, que líder é aquele que as pessoas escolhem, e que o poder estraga os seres humanos. Ainda que tenha aprendido tudo isso na pele de um general que cobra sorrindo ou que grita chorando, as emoções nunca deixaram de fazer parte do meu dia-a-dia. Descobri que num ambiente de grandes pressões só sobrevivem as pessoas que gostam do que fazem e têm afeto pelo próximo. Procurei me preocupar com o clima organizacional e com o prazer, a alegria de se trabalhar num ambiente acolhedor. O “beijo do dia” foi algo que me aproximou de cada um, e me fez entender como gostavam e como cada um reagia a gestos de afeto. As sessões de coaching ajudaram muito também. “O que é isso?”

As Sementes do Saber, ainda que muitas vezes passassem longe do objetivo proposto, eram um momento de união, de troca e de soma. Quantas sextas-feiras.... quanta pipoca. E o quanto isso tudo somava para fazer o nosso dia-a-dia diferente. Era uma quebra de rotina tão necessária quanto o ar que respirávamos, principalmente num ambiente repleto de criativos, com inteligência acima da média.

Ao longo dos anos eu errei muito, mas acertei algumas vezes. E só consegui tudo isso porque trabalhei numa empresa que me permitiu inovar. Passei noites em claro tentando achar a solução para um conflito que envolvia pessoas, ou para problemas de processos que eu não tinha a menor idéia de como resolver. Recebi apoio de pessoas que nunca imaginava que fossem solidárias, fui traída por pessoas nas quais confiava cegamente. Descobri que não existem verdades absolutas e nem seres perfeitos, mas que Jack Welch tem muita razão quando aconselha: pessoas à frente de processos. Este foi o meu grande desafio. Um exercício de disciplina, principalmente quando a equipe cresceu, e quando eu me dei conta, já éramos vinte pessoas. Este era o modelo de liderança que eu queria seguir.